Central de Manicures

o retorno de zabelê, zumbi e besouro... a vespa não veio. tá lá, fabricando mel

domingo, 20 de fevereiro de 2005

barra-ondina via largo da batara e jardim rochdale
BRASIL OPEN (BAR?)

Pense numa funcionária de salão de bairro perdida no litoral baiano.
Multiplique pelo número de vezes em que você brigou com a vizinha que ouve música alta.

Isso é Costa do Sauípe, Bahia, durante o Brasil Open: um monte de gente que normalmente não teria grana para vir ao neoparaíso da costa nordetina se precisasse pagar (eu inclusive, claro).

E que quer aproveitar todas as chances de se dar bem de graça (eu não, me respeite).

Acontece que eu vim trabalhar e o povo não pára de encher a cara na minha frente, o que tem me deixado louco.

Na verdade, acho que vou receber não pelo meu trabalho, mas pela abstinência.

"Olha, amigão, obrigado pelo esforço. Mas você abriu mão de tanto uísque de graça que decidimos aumentar seu pagamento."

Sabe?

É um tal de tiozão barrigudo e de pele amarela enchendo a cara de Johnnie e se esfregando nos milhares de clones da Globeleza que circular por aqui.... O Hans Donner não precisa se preocupar. Se a Valenssa morrer, ele vem buscar clone aqui.

O Ian Wilmut - para as mais burrinhas: o cientista que criou a ovelha-clone Dolly - devia vir fazer um estudo aqui. E que ninguém me acuse de politicamente incorreto. Afinal, se a Globeleza é linda, dizer que aqui tem um monte de dela (delas?) é colocar o povo baiano nas alturas. Ou pelo menos na tela da TV, no meio desse povo.

Afinal, o povo baiano já mora aqui o ano inteiro e não precisa de pressa (a gente sabe). O problema é esse povinho de fora, que não quer perder uma chance de encher o pandulho de comida na vasca e quer consumir todo o álcool que houver nessa vida. Até o meu. Tchau que eu vou ali buscar uma água.

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