Central de Manicures

o retorno de zabelê, zumbi e besouro... a vespa não veio. tá lá, fabricando mel

segunda-feira, 6 de outubro de 2003

arranhando a louça
O ÚLTIMO DOS GRANDES DINOSSAUROS

Outro dia fui ao banheiro de uma amiga e me dei conta de que ela, mulher liberada, tem um. Enquanto fazia meu xixi da hora (demorou porque antes eu estava experimentando) comecei a refletir:


PARA QUE DIABOS SERVE UM BIDÊ?

E lembrei da minha mãe muito brava, quando eu tinha uns cinco anos. Uma amiguinha da minha irmã tinha feito cocô no bidê de casa. Coitada, trocou as bolas. Ou quase. Aliás, vou começar a usar isso como expressão: “ai bi, não caga no bidê, né?”.

Há quem faça do bidê um depósito de roupa suja. O que pinga de cafona, né?

Outros fazem sua, digamos, higiene. Nem gosto de pensar nos resíduos. Afinal, alguma boa alma (não vale o trabalho de tentar descobrir quem) inventou aquela mangueirinha de banheiro há tempos.

Bidês só servem para você arrebentar os dedinhos do pé quando levanta, meio grogue de Dramin, Lexotan ou whatever gets you through the night, para aquela ida ao toalete no meio da noite.

Ou você sabe de alguma outra utilidade?

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