Central de Manicures

o retorno de zabelê, zumbi e besouro... a vespa não veio. tá lá, fabricando mel

quinta-feira, 30 de outubro de 2003

isso devia ser crime
PROCURA-SE BUSANFA MIRIM

Se você tem filhos entre 4 e 19 anos, este post é do seu interesse. Seu herdeiro pode ficar famoso em todo o Brasil apenas participando do concurso Carlinha e Xanddynho. Isso mesmo! O que já era ruim em tamanho natural vai ganhar, até o ano que vem, uma versão mini-me.


"Quando meu 'filinho' nascer vou levar na Talentos Brilhantes"

Fiquei sabendo hoje de manhã, em merchandising do programa “Note e Anote”. Não satisfeito, liguei para a agência que promove o concurso, a Talentos Brilhantes.

Inventei um sobrinho de sete anos de idade, o Mateus, filho da minha irmã. O pai o abandonou e eu sou o responsável por ele. Marquei uma visita para sábado, dei um telefone que não existe mais e tive acesso às informações.


Xanddy: a micose grita

O pacote básico para quem quer concorrer custa R$ 39. Daí a criança faz um teste de vídeo, um curso de passarela e ganha uma foto digital. Foto digital, cara! Dessas que a gente tira 200 por noite em festas!

Mas aí tem uma série de outros cursos que podem deixar a coisa mais cara. O problema é que para saber disso eu vou ter de levar o Mateus, que não existe, no teste de sábado. Se alguém aí quiser me emprestar um menino de sete anos, eu juro que devolvo inteirinho.

O que me incomoda é saber que tem um monte de gente por aí que vai inscrever os filhos nessa merda de concurso. Pai e mãe que sonham em ver o filho ou a filha rebolando ou dançando descalço na televisão deviam perder a guarda das crianças.

segunda-feira, 27 de outubro de 2003

é o último, juro!
JÁ QUE ESTOU DE MAU HUMOR MESMO...

Eu tenho vontade de matar essa porra desse dinossauro imbecil


Barney

sexta-feira, 24 de outubro de 2003

fábulas
CLEIDE E O CLIMA

A casa de Cleide tinha sempre um quarto vazio, uma cama confortável e toalhas macias para viajantes cansados. E eles eram muitos, porque a casa ficava entre o nada e o lugar nenhum, ou seja, bem na trajetória de quem não tem a mínima idéia de para onde vai.

Mas o quarto mais vazio mesmo era o dela.

Cleide tinha um acordo com o Clima: aceitava tempo feio em todos os dias que passasse sozinha, desde que fizesse sol e houvesse flores enquanto estivesse por lá um hóspede. E assim acontecia: chuva e calor alternavam-se na mesma frequência dos quartos ora ocupados, ora vazios da casa.

Mas Cleide odiava o frio. E a solidão.

Por isso pensou que o único jeito de fazer sol para sempre seria fazer com que um dos hóspedes deixasse de ser hóspede. Virasse morador, companheiro, parceiro, qualquer coisa que o fizesse não querer mais ir embora. Uma idéia de gênio, como todas as outras que ela tinha.

Mas, quando pensava melhor, ela concluía que suas idéias não eram assim, tão geniais.

Mas essa era. E um dia Cleide encontrou um viajante que parou de viajar para ficar mais tempo no quarto outrora vazio. Ficou e ficou e quando ela achava que começava a sentir falta do frio – e da solidão – percebeu que queria que ele ficasse mais um pouquinho. O Clima, apesar de bravo por ter sido ludibriado, se contentava em oferecer o calor estabelecido no contrato.

Mas o viajante precisou viajar de novo. Ou melhor, cansou da casa. Achou que era melhor voltar ao nada, em vez de caminhar rumo a lugar nenhum.

Daí o Clima se vingou e fez chover por dois anos. Quando parecia que a água já tinha acabado, comeou o granizo e, mais tarde, a neve. De modo que nenhum visitante, por mais perdido, conseguia chegar até a casa de Cleide. Quase nenhum, aliás.

Um dia apareceu um visitante sem mochila nem casaco. Sem sapatos ou equipamentos e disse que estava cansado de parar de casa em casa. Queria ele mesmo ter a sua. E Cleide, que não via viva alma havia muito tempo, aceitou que ele ficasse, serviu-lhe chá. Abriu o quarto e o tempo abriu junto.

E fez sol. Muito sol. Tanto sol que às vezes o ex-viajante precisava até viajar um pouquinho. Porque o Clima também precisava dar suas chovidas de vez em quando. E nestes dias Cleide saía no quintal – coisa rara – e tomava banho de chuva.

E ele sempre voltava. E ela o recebia calorosamente. E eram felizes para sempre.

quinta-feira, 23 de outubro de 2003

rock estrela
E A MALU, HEIN?



Eu sou cliente do Manny

Se existe alguém no mundo que não pode reclamar de nada na vida, é a Malu Mader. Vamos às razões:

1. É linda
2. Rica
3. Estrela da novela das oito
4. Casada com o Tony Belloto
5. Tem dois filhos lindos

Ou seja, se existe mesmo karma, na vida anterior ela deve ter sido muito, muito, muito boazinha. Tipo uma ancestral da beata Teresa de Calcutá, saca?

Eu gosto muito dela. Desde a época em que ela era a personagem ídolo da minha infância: Glorinha da Abolição. O mais absurdo é que, daquela época pra cá, as entradas do rosto dela e os cabelos brancos NÃO aparecem a cada ano.

Daí depois ela ainda foi a Cláudia, de "Fera Radical", a Duda, que arrasava em "Top Model" e a Márcia, que amargou horrores nas mãos do Felipe Barreto (Antônio Fagundes) em "O Dono do Mundo".

No dia que, por razões profissionais, tive que falar com a Malu, achei tudo na vida. E no dia em que, obviamente por razões profissionais, ELA ligou para o MEU celular?

Eu sei que é cafona bancar o tiete. Por isso agi como se minha irmã estivesse do outro lado da linha. Basicamente fiz a egípcia para a Maria Clara Diniz.

quarta-feira, 22 de outubro de 2003

uma coisa lista
MAIS TRÊS COISAS QUE ODEIO COM TODAS AS MINHAS FORÇAS...



Cebola



Palhaços (eles são todos maus)



e a (sofrível) série "Baywatch"


para quebrar o gelo
...E UMA QUE EU AMO APESAR DE ODIAR



Cancerianos


terça-feira, 21 de outubro de 2003

é dose
MATA LEÃO

Alguém pode me explicar por que um Dramin tem em mim o efeito de um dardo tranquilizante para elefante?

Nem Lexotan me deixa assim.

sexta-feira, 17 de outubro de 2003

por que é tão legal?
VICIADO EM FRIENDS

Fazia uma cara que eu não via "Friends".

No final do ano passado, ganhei os DVDs com a primeira temporada de presente de amigo secreto. Nesta semana comprei a caixa com os episódios do segundo ano da série.

E já encomendei a terceira caixa.

Estou simplesmente viciado e descobri, vendo os episódios, que não amo nem Ross, nem Joey. Minha grande paixão mesmo é o Chandler.


Fofo

Como ele pode ser tão perfeito e eu nunca ter me dado conta disso? À parte o ridículo de falar de personagens de série como se fossem reais, a impressão que tenho é parecida com a de alguém que descobre, depois de séculos, que o namorado perfeito estava a seu lado.

Chandler é muito fofo. E, mais importante, tem um senso de humor que deixa todos os outros personagens do programa no chinelo. Pra completar, é muito, muito desajeitado e tímido.

Estou tão viciado que cheguei a sonhar que Chandler e Ross se apaixonavam. O que, confesso, deu boas idéias. Enfim, eu amo Chandler Bing. Pronto. Tirei do peito este peso...


Could he BE more in love with Chandler?

quinta-feira, 16 de outubro de 2003

nunca, nem que o mundo caia sobre mim
TRÊS COISAS QUE EU ODEIO COM TODAS AS MINHAS FORÇAS



Macaco


Cachoeira (é gelada e eu sempre escorrego nas pedras)


Bloody Mary (ainda mais em um copo cafona como este)

quarta-feira, 15 de outubro de 2003

last night, I dreamt of San Pedro
SONHAR MAIS UM SONHO IMPOSSÍVEL

Nos momentos em que mais estou de saco cheio com a vida, penso que existe muita gente em situação pior, como meu pai me ensinou.

Porra nenhuma!

Eu penso sempre que queria mesmo era ser barman. No Caribe ou, sei lá, naquele bar legal do filme "Show Bar". Mas aí, claro, eu teria que ser gostoso, digo gostosa como a protagonista Piper Perabo.


"We'll let you know..."

Antes que você me condene por ter assistido a "Show Bar" (imagina se souberem que adorei), continuemos no assunto "atendentes de bar".

Não é irônico que, em muitas casas noturnas, somente homens e mulheres maravilhosos tenham o direito de trabalhar no bar? Aqui em São Paulo, pelo menos...

É absurdo porque porque o público-alvo do bar - os cachaceiros - fica de cara cheia de um jeito ou de outro. E, no final da noite, passa a valer a máxima "de copo cheio, bonito lhe parece". Ou algum trocadilho tão infame quanto, mas que queira dizer o mesmo e faça você, leitor, esboçar um sorriso.

Voltemos ao "Show Bar" (o filme, não a casa noturna de pleiba homônima que tem aqui em São Paulo onde, aposto, todo o povo do bar é de casting de agência de modelo).

No filme, a menina deixa Nova Jersey para ganhar a vida em Nova York. O sonho dela é ser compositora. Enquanto isso não acontece, vai parar no Coyotte Ugly, bar do momento na cidade. É impressionante que Carrie, Samantha, Miranda e Charlotte não apareçam em nenhuma cena.

Enfim, ela não só consegue como ganha um namorado maravilhoso.


Adam Garcia, o namorado da mocinha

O que tem de ruim nesse filme?

Eu sei, um monte de coisas. Mas o que ele me desperta de melhor é a capacidade de sonhar. De ir atrás de uma coisa que se quer muito.

E a Xuxa (putz!) já ensinava:


"Nunca desista dos seus sonhos"

Vale sonhar que todos os garçons do Ultralounge ficaram tão feios quanto os da Trash 80's (o que, para muitas bichas seria um pesadelo), por exemplo.

Ou que vou receber uma grana preta de herança de uma tia-avó que nunca me viu.

Sonhar que faço parte de "uma turminha da pesada que vai mexer com você", como todas as dos filmes da Sessão da Tarde.

Sonhar mais um sonho impossível, um sonho de verão numa praia, um sonho de valsa, um sonho que não acabou ou mesmo um sonho com aquele creme tonho amarelo de padaria. Até sonhar com uma maneira criativa de terminar este post.

(OK, não vai rolar, então voltemos ao default)

Ou simplesmente sonhar que virei barman no Caribe.


Se ele pode, eu também posso

auto-avaliação
EU SOU UM VASO RUIM. MAS QUEBRO

Hoje liguei para meu ex-namorado, o Léo, porque precisava da opinião de alguém que me conhecesse de verdade.

Veja o diálogo:

Manny: Quando a gente namorava, eu era tão grosso que você tinha vontade de me matar?
Leo: Er... Como assim?

Manny: Quando a gente brigava.
Leo: Ah, sim. Você era mais grosso que a média das pessoas.

Manny: Entendi.

Horas mais tarde, ainda incomodado, liguei outra vez.

Manny: Eu de novo! Desculpa incomodar, mas eu precisava perguntar outras coisinhas. Estou fazendo uma auto-avaliação...
Leo: Tudo bem, pode falar.

Manny: Eu era muito glenn com você?
Leo: O que é "ser glenn"? [ele não lê meu blog]

Manny: Eu era muito ciumento, capaz de colocar um coelho seu pra assar, por exemplo?
Leo: Você gostava de dominar e não aceitava muito facilmente as coisas que eu queria fazer. Mas tudo bem...

Manny: Mas era muito grudento...
Leo: Era.

Manny: Mas você também era
Leo: Eu não acho que isso seja um defeito.

Ainda bem.

O Leo é uma das melhores pessoas que passaram pela minha vida. Carinhoso, inteligente, dedicado ao trabalho e à relação, trepa bem e, não vamos fingir que isso não importa, tem dinheiro.

Ele é pisciano e conviveu com meus ímpetos sagitarianos por três anos. Sofreu, né?

Enfim, quando tiverem chance, visitem o blog dele. Ele criou há pouco tempo, por isso eu nunca fui mencionado (acho). A gente terminou em março de 2002. E não vão entregar pra ele esse post que eu fiz, hein?

terça-feira, 14 de outubro de 2003

grandes manicures da história
EU FUI A MANICURE DE HITLER

Os louros eram de Hitler. Mas quem fazia o Terceiro Reich tremer nas bases era a manicure Helga Braun.

Irmã mais nova da amada do Führer, Eva Braun, Helga teve uma infância miserável porque passou a maior parte da vida separada da família. Nas ruas da pecaminosa Berlim dos anos 30, começou a fazer as unhas de travestis e pederastas para evitar vender o corpo (que ninguém queria).


Guten tag! Ich heisse Helga!

Helga tinha somente 25 anos quando começou a trabalhar para Hitler, em 1937. Mas fazia as unhas do chefe tão bem que logo virou chefe do salão que funcionava no famoso bunker anti-bombas do chefe nazista.

Aliás, essa história de bunker era só fachada. O negócio da moçada que frequentava era só desfilar as linhas ?campo de concentração? e ?triângulo rosa?. Basicamente uma Berlim Fashion Week.

Foi lá que nasceu, de uma idéia malévola de Helga, o plano de invadir a França. Hitler achava que a maneira alemã de fazer as unhas era muito sem graça. Daí decidiram invadir Paris e roubar as mundialmente famosas unhas francesinhas.

"Se tomarmos conta de todos os salões de Paris, podemos mudar o nome para unhas 'alemãzinhas'", definiu a manicure mais estrategista da história européia.



"Salvem suas unhas", gritavam levas de mulheres francesas, em disparada pelas ruas de Paris.

Mas os americanos tinham a mesma idéia: transformar as unhas francesinhas em "texas style". No fim das contas, enquanto a briga de cachorro grande rolava, os franceses abriram salões em Marselha e salvaram suas unhas.

A manicure nazista também tinha um lado humano: uma vez por ano, fazia as unhas dos homossexuais que estavam presos nos campos de concentração.

Tudo por intercessão de Leni Riefenstahl, que tentou montar uma apresentação de "Priscila, a Rainha do Exército", musical alemão que anos depois daria origem ao filme australiano de nome parecido.

Helga conseguiu fugir para o Brasil antes que começasse o julgamento de Nuremberg, em 1946. Aqui abriu, na estrada entre o Rio de Janeiro e São Paulo, a Casa do Alemão, famosa por seus quitutes.

Também abriu um salão, em São Paulo. Para não dar na pinta, colocou um nome afrancesado, Jacques Janine. Ficou podre de rica e morreu, na década de 70, deixando o salão como herança para Hebe Camargo. Na verdade, Hebe é um alter ego de Leni Riefenstahl, que simulou a própria morte neste ano.

segunda-feira, 13 de outubro de 2003

um pouco de luz nessa vida
O DIABO NA CARNE DE MISS JONES

Tenho certeza de que, em algum lugar do meu mapa astral, os astros formam a palavra MERETRIZ.

Daí, em certas épocas, fico santinho e com vontade de casar. Mas isso passa. Aliás, está bem perto de passar.

Aí vou voltar aos velhos tempos de jogação. Em que aconteciam cenas assim:











É que nem naqueles desenhos, em que aparecem um anjinho e um diabinho para aconselhar o personagem principal, sabe? Nos últimos meses eu só ouvia o anjinho.

Agora, quem vai falar mais vai ser:



E boa semana pra vocês!

sexta-feira, 10 de outubro de 2003

VODCA NATASHA: QUEM MERECE?

terça-feira, 7 de outubro de 2003

e o verbo se fez carne
TREPEI NO PRIMEIRO ENCONTRO. E AGORA?

O assunto “transar na primeira noite” é coisa do passado?

Até a semana passada, achava que sim.

Conheci um cara superlegal, interessante, gostoso... Meu número, basicamente.

Ficamos juntos boa parte da noite e, como tínhamos de trabalhar no dia seguinte, cada um foi pro seu canto. Três dias depois marcamos um encontro, comemos uma pizza e fomos até minha casa.

Veja bem: era oficialmente o segundo encontro, certo? Ou, no máximo, o primeiro encontro off-balada. Enfim, aconteceu. Achei ótimo e tive mais certeza ainda de que, no quesito “linguagem corporal” tínhamos realmente tudo a ver.

Voltamos a nos falar e ele perguntou quando nos veríamos de novo. Achei fofo da parte dele. Só que daí ele sumiu. Deixei recado no celular e ele não ligou de volta. "OK, o cara queria uma trepada e pronto. Sem ressentimentos", concluí e desencanei.

Daí que acabamos nos esbarrando outra vez e ele me disse que tinha sumido porque a gente tinha trepado e não feito amor. "Quero mais do que só sexo", ele falou.

Fiquei perplexo. Até porque eu mesmo procuro por isso há um bom tempo.

O que me intriga é pensar que achei alguém assim, com quem a coisa poderia dar certo. E deixei isso passar. Se é que ele foi sincero comigo. Porque, claro, existe a possibilidade de isso ser um mega truque dele. Hipótese na qual não levo muita fé.

Será que foi culpa minha? Fui fácil demais?

Não sei, mas não me sinto culpado. Minha preocupação com isso durou o tempo de trocar de camiseta e ir para a rua de novo. Acho que – hello-o! – os últimos 40 anos de discussão sobre sexo serviram para que?

Na maioria das vezes, relações gays morrem porque um ama a Madonna e o outro a Cindy Lauper. Um quer Dolce. O outro, Gabana. Sei lá, em casos mais cafonas um ama o Sá e o outro prefere o Guarabira.

Mas foi a primeira vez que uma história minha terminou porque eu trepei no primeiro encontro. Enfim, o cara certo, no lugar certo. Mas na hora (de trepar) errada. Pena.

segunda-feira, 6 de outubro de 2003

arranhando a louça
O ÚLTIMO DOS GRANDES DINOSSAUROS

Outro dia fui ao banheiro de uma amiga e me dei conta de que ela, mulher liberada, tem um. Enquanto fazia meu xixi da hora (demorou porque antes eu estava experimentando) comecei a refletir:


PARA QUE DIABOS SERVE UM BIDÊ?

E lembrei da minha mãe muito brava, quando eu tinha uns cinco anos. Uma amiguinha da minha irmã tinha feito cocô no bidê de casa. Coitada, trocou as bolas. Ou quase. Aliás, vou começar a usar isso como expressão: “ai bi, não caga no bidê, né?”.

Há quem faça do bidê um depósito de roupa suja. O que pinga de cafona, né?

Outros fazem sua, digamos, higiene. Nem gosto de pensar nos resíduos. Afinal, alguma boa alma (não vale o trabalho de tentar descobrir quem) inventou aquela mangueirinha de banheiro há tempos.

Bidês só servem para você arrebentar os dedinhos do pé quando levanta, meio grogue de Dramin, Lexotan ou whatever gets you through the night, para aquela ida ao toalete no meio da noite.

Ou você sabe de alguma outra utilidade?

rapidinho, viu?
PROMESSA É DÍVIDA

Quer ver os perfis do teste? Clique aqui.

sábado, 4 de outubro de 2003

minutos de sabedoria
SOBRE MOVIMENTAÇÃO ASTRAL E FÍSICA

Não satisfeito em me apaixonar e desapaixonar por dois cancerianos...

...e trepar com um terceiro...

Agora eu MORO com um canceriano, o Manu.

O lado bom de tudo isso é que o ascendente dele é sagitário, o que vai fazer a nossa convivência beeeeeeeeeeeeem menos complicada.

quinta-feira, 2 de outubro de 2003

qual é a sua?
PAGUE PARA ENTRAR, TESTE PARA SAIR

Minha relação com filmes de terror é exatamente igual à que tenho com a vodca: tenho medo, mas não consigo dizer não.

É assim desde que me entendo por gente e comecei a assistir aos filmes do Jason. Depois os do Freddy e por aí vai...

Uma coisa, porém, sempre me irritou: os personagens são, na maioria dos casos, um bando de idiotas.

Quem, em sã consciência e sabendo que um assassino está à solta, se separa do resto do grupo para trepar ou mijar, por exemplo?

Assim, resolvi averiguar se meus leitores se sairiam bem em um filme de terror. Elaborei um pequeno quiz (porque manicure fina não fala teste, tá meu bem?). Veja as instruções:

1. Para fazer o teste, clique aqui
2. Depois da pontuação, volte ao blog e confira seu perfil
3. E, claro, deixe comentário porque eu vivo disso, cretina


OBS.: A pontuação só estará disponível aqui no blog amanhã.