Central de Manicures

o retorno de zabelê, zumbi e besouro... a vespa não veio. tá lá, fabricando mel

terça-feira, 1 de julho de 2003

what if...
MANICURES QUE
AMAM DEMAIS ANÔNIMAS


Você, leitor, deve lembrar de alguém com quem se arrepende de não ter transado. Coisa corriqueira, que acontece, creio, com praticamente todo o mundo.

O cara que mais me arrependo de ter deixado passar poderia ter sido o meu primeiro. Eu estava no segundo grau e ele era da minha classe. Alto, pele clara e jeito de machinho de quartel – era uma turma pré-militar – Daian era o tipo de menino que deixava as meninas doidas. Não só as meninas, diga-se de passagem.

Acontece que, por conta de um trabalho em dupla, acabamos ficando amigos. Do tipo... Eu dormia na casa dele, ele na minha. A gente andava junto o tempo todo e teve até alguns comentários maldosos de pessoas da turma dizendo que a gente era um casal. Quem me dera!

Eu, aos 15 anos, era um bocó, coordenador de grupo jovem de igreja e convicto de que a atração por homens passaria um dia. E por isso perdi a chance de perder a virgindade com o Daian. Não que ele tenha avançado em mim ou algo do tipo. Mas se eu fosse mais espertinho naquela época, teria rolado.

O segundo grau acabou, a gente perdeu contato e nem sei o que aconteceu com ele. Pelo que me consta, entrou para o exército (e lá alguém deve feito meu serviço).

Outro dia desses um amigo em comum disse que o viu no shopping, com uma menina.

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