Central de Manicures

o retorno de zabelê, zumbi e besouro... a vespa não veio. tá lá, fabricando mel

segunda-feira, 3 de março de 2003

Licença Poética
QUANDO A POVEZA VAI AO MOTEL

Meu querido companheiro Danilo Poveza que me desculpe, mas tomei a liberdade de escrever um post que certamente seria campeão de audiência no blog dele.

Falar sobre o comportamento da pobretada no motel daria um tratado. Por isso escolhi um aspecto, um foco: QUANDO A POVEZA VAI AO MOTEL A TRÊS

É, gente, o quarto sai mais caro se o, digamos, quórum, é maior. Tipo, sai por quase o dobro. Ai o jeito é tirar zerinho ou um e mandar o perdedor para o porta-malas do carro. Isso sim, eu diria, é aqüendar a neka, não?

Mas, e se você é pego no flagra, no momento em que tirava o estepe, digo, a terceira pessoa, de dentro do porta-malas? Mentir? Dizer que o guardinha viu fantasma? Uns amigos meus, por exemplo, foram pegos no pulo.

"E aí, vocês vão pagar mais pra continuar ou vão embora?", perguntou a simpática da recepção que, na saída, ainda deu uma XOXADA básica: Não precisa sufocar a moça, não.

Acho que, da próxima vez, vou fazer a fina e emprestar minha cama. Em troca do carro, óbvio. Porque eu não sou obrigado!

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