Central de Manicures

o retorno de zabelê, zumbi e besouro... a vespa não veio. tá lá, fabricando mel

quinta-feira, 31 de outubro de 2002

Queridos e queridas,

O sistema de comments ainda existe, viu?
Mas ele está meio oculto, lá embaixo da frase "posted by dee"
Experimentem parar o mouse nessa área por um segundo e a verdade se revelará.
E, pelamordedeus, deixem recados!!!!!!!

Beijos

Queridos e queridas,

O sistema de comments ainda existe, viu?
Mas ele está meio oculto, lá embaixo da frase "posted by dee"
Experimentem parar o mouse nessa área por um segundo e a verdade se revelará.
E, pelamordedeus, deixem recados!!!!!!!

Beijos

Ainda em reformas, sorry!

Desculpem o transtorno, estamos em reformas...
Passei todo o meu horário do almoço mexendo no template do blog.
Estou fascinado com as possibilidades de mudança de cor
O novo lay out, com as cores azul e laranja é uma homenagem a minha amiga Alice
Foi ela quem me ensinou a gostar dessa combinação.

quarta-feira, 30 de outubro de 2002

Essa é boa!

Eu detesto admitir, mas a Paula Lavigne é sensacional.
Quem lembra dela como personagem secundária de Brega e Chique talvez não consiga levar muita fé, mas ela já mostrou várias vezes que tem peito mesmo. Hoje à tarde, por exemplo.
O picareta do João Kleber levou àquele lixo que ele chama de programa uma menina que se diz filha do Caetano Veloso (marido da Paula Lavigne, para quem passou os últimos 15 anos em Júpiter).
Pois não é que a Lavigne passou a mão no telefone e entrou no ar, para acabar com a palhaçada?
Fez a linha "amiguinha" com a menina e com o JK (não, não o presidente, o apresentador) e disse que o Caetano topa fazer exame de DNA numa boa. "Se for filha dele mesmo, para o Caetano será uma alegria", disse, cândida.
E completou: "Só não pode virar palhaçada, de essa menina ficar aí todo dia. Manda ela aqui no escritório para a gente conhecer".
E pronto. Golpe de mestre. O que mais o JK poderia fazer?
Ela ganhou um fã com essa atitude.
Quanto à suposta filha, aposto que é armação do João Kleber que, todo mundo sabe, é muito, muito, muito picareta.

“This isn’t a hairdo. It’s a hairDON’T”

Duas das piores perucas da história dos seriados apareceram ontem, em “Barrados no Baile”, no Sony.

Cheia de fogo, depois de ouvir Dylan dizer que prefere as loiras, Brenda resolve mudar o visual. Começa a tentar a sorte, até faz uma permanente, condenada por Kelly com a frase aí do título. Daí, sem dinheiro para gastar nos salões carésimos de Beverly Hills, ela deixa Kelly pintar o cabelo dela, em casa mesmo. Na cena seguinte, ela aparece com a famigerada peruca. Ridícula.

Se alguém aí lembra das perucas péssimas usadas em um episódio da finada “Popular” (aquele em que as morenas ficam loiras e vice-versa. Aposto que só o Bruno, além de mim, lembra disso!), saiba que a da Brenda era muito pior. Gente, nem o Fofão tinha uma peruca tão falsa.

Mas a cena mais ridícula de ontem foi o momento em que a pobre Brenda, em frente ao espelho, imagina como seria se tivesse cabelos loiros compridos e encaracolados, como Daryl “Splash” Hannah. Nem em seus mais ousados devaneios, Elke Maravilha conseguiria ganhar disso.

Para terminar a análise do episódio de ontem, quero dizer apenas que ODEIO os pais de Brandon e Brenda. E que Andrea é a estudante mais pentelha de toda West Beverly.

Este post é dedicado a Gisele Freitas, admiradora maior de BNB (Barrados no Baile, para quem é fraco em siglas).

terça-feira, 29 de outubro de 2002

Como diria o Trem da Alegria:
"Mas só quem luta pelo bem é invencível"

(Quem lembrar de que música se trata ganha um kit lanche da Itapemirim)

Voltei do Rio de domingo para segunda no ônibus Golden da Itapê (na verdade, o nome é Itapemirim, mas já estou íntimo da companhia, de tanto viajar entre Rio e São Paulo. Pobre que é pobre mesmo vai de ponte rodoviária porque a aérea tá pela hora da morte).
Bem, voltemos.
Este ônibus tem exibição de filmes e, para minha surpresa, passaram uma comédia estrelada por Bill Pullman (nada a ver com o pão de forma) e a sensacional Ellen de Generes (é assim a grafia, Angie?). O título em português, "Deu Tudo Errado", já era um grande sinal de que a coisa não daria certo.
Ellen faz o papel de uma heterossexual (!!!) que não consegue arranjar marido (!!!!!!), até que encontra o Pullman (não o pão, o ator) e os dois se apaixonam (!!!!!!!!!!!!!!!!!!).
É estranho ver Ellen, que depois se tornou um ícone do lesbianismo, beijar um homem. Não convence nem um pouco, principalmente porque o Bill Pullman, apesar de ser um pão (não resisti ao trocadilho), só funciona como presidente dos Estados Unidos em filmes ufanistas (lembram de Independence Day?).
Mesmo assim, como sou o tipo de espectador que gota de sofrer, vi o longa (põe longa nisso!) até o fim.
Que foi, realmente, O FIM.



segunda-feira, 28 de outubro de 2002

Maggi
O caldo nobre da galinha azul

Cancioneiro infantil

Blusa, saia, minitop, calça Capri, sorria pra mim
OI AMIGA!
Caia na moda
Barbie Top Model
Barbie, oh oh oh Barbie Model

Aprendi com meus sobrinhos e sobrinhas essa canção singela
Eles cantaram isso durante todo no trajeto do Méier até a Barra
Eu adorei, principalmente a parte "Oi, amiga!"

sexta-feira, 25 de outubro de 2002

A VIDA PROSAICA DE MARLON (overdose)

Tomei chá com vovô no fim de tarde
Comprei o novo exemplar da revista “Xaque Mate”
Pus soro nas minhas lentes de contato
Adoro as quintas de moranga do Sony
Mas odeio as terças de limão

Foi bem-feito pra você. É. Agora eu sou mais eu.

Por que, meu Deus, por que, tem gente que acha importante saber que o Fábio Jr. reatou com a Patrícia de Sabrit?
E quem disse que eu me importo com o que acontece na vida da Thais (quem?) do Big Brother Brasil?
Thyrso e Manuela vão casar, sabia? Eu também. Minha mãe também. O meu vizinho, seu Nelson, também. Mas nenhum de nós perguntou.

Atendendo a pedidos, resolvi iniciar uma séria campanha pela melhoria do nível das celebridades desse país.

“Quem disse que é legal?”

A partir de hoje, a Central assume o papel de juiz, júri e executor das pessoas que somos obrigados a engolir só porque participaram de um reality show ou apareceram levantando ferro na “Malhação”.

Estamos prontos para detonar quem quer que seja, desde que haja fundamentos para as críticas.

Deixem suas idéias. As minhas estão acima.

A VIDA PROSAICA DE MARLON
Comprei farinha de trigo para minha mãe no armazém

Curiosidade Mórbida:

Quando e qual foi o primeiro sabor de Bubaloo que você provou na vida?

O meu foi em 1983 e era de tutti-frutti, com embalagem rosa choque

Hoje passei na frente de um salãozinho bem fubá aqui do Centro de São Paulo.
Daí tive uma iluminação.
Ali, naquele lugar, a frase predominante era:
“Cada cabeça, um penteado mal-feito”

quarta-feira, 23 de outubro de 2002

Alguém lembra do Hordak?
Ele era o arquiinimigo da She Ra e faz análise desde 1986 para tentar superar o fato de ficar anos -luz aquém do Esqueleto.
Para você ver que até os vilões de desenho têm suas crises.
Quanto à irmã do He Man, nunca consegui achar o tal do Geninho durante o desenho. Eu ficava com ódio mortal dele...

Frase que vi em uma camiseta nas ruas de São Paulo:
"Comecei a beber água depois que minha sogra morreu afogada"

outra:

"Se a mulher solta o rabo, o marido leva chifre"
ilustrada com uma figura de uma mulher segurando um touro pelo rabo.

É, agora é ferro na boneca!

Quem disse que ele é legal, mentiu.
Feio.

O cara despontou para a fama no pseudo-seriado de Sandy e Júnior. Foi mirado pelos fotógrafos de celebridade pela primeira vez justamente quando começou a namorar a Sandy.
Daí, um belo dia, ele resolveu que era astro.
Começou a xingar fotógrafos que tentavam clicá-lo e coisas desse quilate.
Tudo bem, eu admito que ele é quase gostosinho, mas daí a ficar escroto, é um longo caminho.

Depois do sucesso esmagador da campanha contra a banda Rouge, a Central de Manicures dá início a uma nova onda de indignação.
O escolhido da vez é o candidato a ator Paulinho Vilhena.
Começa agora a campanha:

PAULINHO VILHENA: QUEM DISSE QUE É LEGAL?

A VIDA PROSAICA DE MARLON
Hoje atravessei a rua na fiaxa de pedestres.

sábado, 19 de outubro de 2002

A VIDA PROSAICA DE MARLON
As canetas Bic são tão melhores que as da Faber Castell, não?

Vamos falar de Rosana...
Nos anos 80, não havia brasileiro, de Macapá a Pelotas que escapasse dos trinados (afinados, reconheçamos) de bochechudinha do Brasil, em Mandala. A música era "O Amor e o Poder", mas todo o mundo chama de "Como uma deusa", provando que as músicas têm mesmo a capacidade de escolher seu próprio nome.

Naquela época, Rosana ainda não era assim, tão bochechuda. É, ela foi precursora. Antecipou toda a onda de silicone que tomaria o Brasil no fim dos anos 90. O problema é que errou a latitude e a longitude e, em vez de nos peitos, colocou a famigerada susbtância nas bochechas, que logo se converteram em duas calotas polares.

Hoje Rosana sobrevive de shows em inferninhos, boates trash e palquinhos de quinta categoria. "Vou até o inferno para agradar meu público", declarou, em uma matéria de Marjorie Umeda, na Contigo!, há uns dois anos.

Naquela ocasião, chegou para cantar a bordo de uma Marajó verde e foi recebida por meia dúzia de fãs, que não pareciam fazer tanta questão de que ela fosse até o inferno, coitada, só para cantar.

Ela ensaiou uma volta por cima com a canção do filme "O Corcunda de Notre-Dame", mas não teve força suficiente para sacodir a poeira. Até hoje canta "O Amor e o Poder". Como uma deusa.

É hoje!!!!!!!!!!!
Hoje não tem firula. Vou assistir a "A Pequena Sereia" quando chegar em casa...

Estou aprendendo a comer comida japonesa, por influência de uma colega de trabalho que é fanática por sushi e afins. Até agora, só o de salmão me conquistou, devo dizer.

ALICISMO
Período histórico da humanidade situado na terceira década do século 21, o Alicismo refere-se ao período em que Alice Venturi foi alçada ao posto de primeira-ministra do Brasil. O advento do Alicismo aconteceu em um segundo momento de uma movimento anterior, o Alvarismo, que começou em 2008. Com apenas 31 anos, Alvaro Leme tornou-se um tirano impiedoso e cheio de caprichos. Mas sua crueldade era abafada pelo ótimo trabalho de Marketing de Ivinha Ólive (ver o verbete Ivanismo). Ações como distribuição de roupas de grife na porta de boates gays e de estojos de maquiagem na frente de salões, dentre outras (ver Marketing Ditatorial) foram as responsáveis pela manutenção do poder nas mãos do tirano.

De: A História das Civilizações, edição a ser publicada em 2057

sexta-feira, 18 de outubro de 2002

Gente, não existe nada, NADA pior que uma bicha que combina uma camiseta vermelha com uma calça marrom...

A VIDA PROSAICA DE MARLON
"Hoje comprei uma prancheta. Mas testei bem aquele pregador de cima porque, se estiver torto, machuca o papel

Gentem, vocês não sabem do que eu fiquei sabendo...

Direto da França, Alexandre Staut informa que um grande desfile será realizado neste sábado, dia 19, no prédio de Rildo Barros, na Bela Cintra. É o próprio Rildo quem está organizando.

Mas se vocês pensam que aquelas modelos magrelas vão estar por lá, se enganam redondamente.O desfile será de roupa íntima e sunga de praia e os modelos são os professores saradíssimos da Master Academia, onde Rildo malha todo dia, às seis da manhã.

Claro, quando alguém fala em evento fashion, logo aparece uma bicha pedindo um esdpainho no cat walk. Uma delas será a Maicon, uma magrela com cara de fubá que dá plantão na boate A Lôca. Para quem não conhece, pensem em uma bicha com cara de empregada doméstica. Pronto. Conheceram.

Agora, Alê, faltou esclarecer uma dúvida...

O Mack e o João, casal que possui um estabelecimento fashion, vão participar do megaevento?

Espero suas respostas no meu nóvíssimo e maravilhoso sistema de comentários.

Surpreendente

Resolvi provar Bacardi Limon, influenciado por uma campanha publicitária que, pelo visto, dá certo. No comercial, umas pessoas descoladas ficam ainda mais legais depois de beber o tal destilado. O comercial termina com a frase "Bacardi Limon. Surpreendente"
Bem, disso eu não discordo. A bebida tem seu quê de surpresa. De surpresa ruim, que fique bem claro.
Acordei com uma dor de cabeça que nem aquele personagem do Kafka deve ter sentido, mesmo enquanto era transformado em barata.
Não bebam. Nem de graça.

Sentiram que eu agora tenho sistema de comments no blog, né?
Pois eu devo isso à Patrícia, uma amiga da Angélica que se propôs a me enviar um e-mail explicando todos os passos
Ela, por sua vez, retribuiu uma gentileza da Angélica, que tinha ensinado tudo a ela, alguns meses atrás.
Agradeço de coração, e recomendo o blog dela, no endereço http://www.ticcia.blogspot.com


Filmes versus Livros...

Podem me chamar de fútil ou de qualquer outra coisa. mas preciso contar aqui o livro que comecei a ler ontem. É "O Diário da Princesa", de Meg Cabot. Agora, querem cair para trás mesmo? É DA ANGÉLICA!!!!!!!!!!!
Não, eu ainda não vi o filme homônimo da Disney, mas aposto que ele não vai engraçado como o livro.
Quanto a Spider, aquele que me encantou, já terminei de ler. Maravilhoso. E vou ver o filme na quinta, na Mostra Internacional de Cinema, que começou hoje em Sampa. Ieba!








quinta-feira, 17 de outubro de 2002

Girassol
(Cidade Negra)

A favor da comunidade
Que espera o bloco passar
Ninguém fica na solidão
Embarca com suas cores
Pra longe do seu lugar

A favor da comunidade
Que espera o bloco passar
Ninguém fica na solidão
O bloco vai te levar
Ninguém fica na solidão

A verdade prova que o tempo é o senhor dos dois destinos
Dos dois destinos
Já que pra ser homem tem que ter
A grandeza de um menino
De um menino

No coração de quem faz a guerra nascerá
Uma flor amarela
Como um girassol

Como um girassol
Como um girassol
Amarelo...

Todo dia, toda hora
Na batida da revolução
A harmonia do passista vai encantar a avenida
E todo o povo vai sorrir, sorrir, sorrir
E todo o povo vai sorrir...

Cara, não consigo me segurar de vontade de ver os ratinhos bebendo da água da piscina de Cher, Whitney, Goldie HAwn, Bette Midler e Tori Spelling...
Vejam a nota abaixo, do site Glamurama, editado pela rainha do jabá, Joyce Pascowitch


Ratoeira
16/10 - 18:04 - “Sua piscina está cheia de ratos...” já profetizava Cazuza na música “O Tempo Não Pára”. As estrelas de Hollywood que o digam! As mansões de Beverly Hills estão sendo literalmente invadidas por ratos. Os roedores, centenas deles, passeiam pelos jardins e adoram ficar na beira das piscinas bebendo água, sem a menor cerimônia. Os proprietários estão em pânico e nunca o serviço de extermínio desses bichos foi tão requisitado.

terça-feira, 15 de outubro de 2002

Mais um dia se passou e ninguém me ensinou como colocar "comments" no blog.
Começo a pensar que ninguém sabe.

Recebi hoje o seguinte e-mail fofo da minha amiga Tati.

"O pior de não ter comments no seu blog é que as pessoas que
leem ficam com uma certa preguiça de escrever comentários...

Gosto demais do seu blog! Leio quase diariamente (no máximo
semanalmente...)

Estou com saudades e quero ver agora se não vai fazer
um "comment" sobre a sua amiga Tati.... só quero ver!

beijos,
Tati"

Tati, adoro você. Um beijão

sábado, 12 de outubro de 2002

Gente, é verdade que a Zizi Possi já foi mulher da Ângela Ro Ro?

Por falar nessa minha grande amiga, vocês já tiveram aqueles dias em que dá vontade de ficar sentado no chão da sala só de calcinha, com um cigarro na mão, o lápis de olho borrado de tanto chorar e um copo de uísque com gelo pequeninho, quase totalmente derretido?

Bem, eu nunca usei calcinha na vida, nem lápis de olho. Juro! Não fumo e detesto uísque. Juro! Mas, na minha cabeça, essa é a melhor definição da situação ideal para ouvir Ângela Ro Ro. Na minha imaginação, ela passa a maior parte do tempo em casa só de calcinha, com as peitarras caídas (cada uma aponta para um lado) balangando enquanto ela ouve um CD da Janis Joplin e pensa: "Caralho, meu sonho é gravar isso, mermão!"

Alguém sabe como se coloca o sistema de "comments" em um blog?
Sério mesmo, porque eu não sei e queria muito aprender.
Pô, cara, podiam bem me mandar um e-mail com as instruções, hein? Que tal?
O endereço de e-mail desta blogsta é deenim@bol.com.br

Alguém me ensina, pelamordeDeus

Sabe que agora, nessa cadeia sem sentido de pensamentos, comecei a pensar que, se houve as 1001 noites, quem agüentou o calor de 1001 dias?
Será que eram dias úteis?
Porque, se eram, aposto que tinha jornalista trabalhando. Se fossem de fim de semana também haveria, claro. Mas aí era esquema de plantão.
Outra coisa, amigos. Existe relação entre as 1001 noites e a autoviação 1001? Será que é aquela leva você a 1001 destinos? OU será que ela leva 1001 noites para fazer qualquer trajeto?
Coisa para se refletir...

Mas sabe que, se eu fosse uma mulher dos desenhos Disney, não seria a Ariel?
Não mesmo, juro! Eu não sou bobo, né bi?
Eu seria a Esmeralda, aquela cigana FA-BU-LO-SA de O Corcunda de Notre Dame.
Além de ser linda, cantar e dançar (ou seja, quase uma diva) ela ainda dispensou o corcunda e fugiu à sina de toda bonitona de desenho: ficar com o feioso. Não que eu me ache assim, um príncipe (nem princesa!), mas aquele corcunda era de foder. Ou melhor, de NÃO foder.
Tenho uma certa simpatia por Pocahontas também e, confesso, me admira a existência de poucas travecas "cover" da índia mais esguia, esbelta e gostosona que Wlat Disney, em seu repouso criogênico jamais conceberia.
Quem mais... deixem-me ver...
Hmmmm.... ah, claro! A Jasmine, do Aladdin, é uma espécia de precursora da Jade. Sabe Deus se a Olheira Perez não escreveu "O Clone" depois de ver a história do jovem ladrão e da princesa que é praticamente um rouxinol das Arábias...

Look at this stuff, isn't it neat?
Wouldn't you thins my collection is complete
Wouldn't you think I'm the girl, the girl who was everything...

Sempre quis saber como a Ariel consegue manter a franja tão armada no fundo do mar...
Gente, se essa menina resolvesse ensinar o segredo, revolucionaria a indústira dos cosméticos. A bem da verdade, minha serreia favorita é uma pioneira. Ela sabe como manter uma escova mesmo debaixo d'água.
Sim, porque aquela franja armada só com secador e um daqueles bóbis (é assim que se escreve?) gigantescos.
Daí concluo: Ariel já conhecia o alisamento japonês antes da Fátima Bernardes imaginar em fazer vestibular para perua.
Dizem que ela aprendeu com um navegador oriundo de Honshu, com quem ela teve um breve affair antes de o sujeito mudar-se para o Brasil, trocar seu nome para Celso Kamura e virar uma das bichas mais qua quás da história da humanidade.

Sexta-feira, são exatamente 0h e e me bateu uma vontade louca de ver "A Pequena Sereia"
É por essas e outras que não tenho a menor dúvida de que sou muito gay mesmo.
Tudo o que eu queria era estar longe da redação, dançando "Under the sea, under the sea..."

sexta-feira, 11 de outubro de 2002

Ontem falei com Ele pelo telefone
É Ele assim mesmo, com "e" maiúsculo. Que nem Deus.
Disse que não sabia o que era chegar em casa com aquela vontade louca de pegar o telefone e ficar falando por horas a fio sobre uma bobeira qualquer.
Todo mundo, imagino, já teve um Ele. Talvez uma Ela...
Alguém cujo verbo é sempre carne
Cujos desejos precisam ser sempre satisfeitos,
Ou haja cabeça para as pedras que vão chover.
Eu já sou romeiro há uns seis anos, entre idas e vindas ao templo, que atualmente mora bem longe de mim.
Não sei aonde quero chegar com toda essa lenga-lenga.
Vou deixar Ele decidir por mim






É impressionante a repercussão da campanha "Central de Manicures conta Rouge"...

A caixa postal estava lotada de e-mails de fãs indignados na manhã de hoje.

Vejam alguns deles...

"Você deve ter é inveja, bicha, porque queria ser uma delas."
Rejane, São Bernardo do Campo

"Elas são lindas. Fantine é a nova Gisele Bündchen"
Toby, Rio de Janeiro

"Quem disse que elas são legais? Nós, os maiores fãs"
Cinara, São Paulo

Outra hora mostro mais...

Comentários? Mail me: deenim@bol.com.br


quinta-feira, 10 de outubro de 2002

Gente, esse texto abaixo é enorme, mas escrevi com carinho para uma amiga minha....

Beijos

Ascensão e queda de uma cortadora de doces

Conheço gente que foi demitida porque brigou com o chefe. Porque faltou muito. Até gente que perdeu o emprego porque demorou muito a voltar de uma viagem.

Mas ser mandado embora por conversar muito, ah, isso só a Ivinha Ólive conseguiu...

Aconteceu em Cerqueira César, cidadezinha do interior de São Paulo, há pouco mais de vinte anos. Naquela época, Ivinha ainda era Ivanilda, mocinha impetuosa que chamava a atenção da moçada. Diziam, na pracinha da igreja, que ela tinha dito desaforos para o padre Ezequiel. Algumas senhoras até se benziam quando passavam por ela...

Mas isso é história para outro dia.

Ivinha, ou melhor, Ivanilda, circulava com seu chinelo Katina Surf e todos os seus vestidos tinham roletezinho na cintura. Exceto pelas carolas, todos a cumprimentavam: do açougueiro ao pequeno vendedor de jornal.

Mas uma amiga, em especial, dividia com Ivanilda as alegrias e tristezas da adolescência. Roseli, cabelos louros meio encaracolados, era um ano mais nova e foi ela quem convidou a simpática amiga para trabalhar na fábrica de doce de leite Avaré.

Na véspera do trabalho, Ivanilda separou seu melhor vestido, pois queria impressionar a supervisora, Carmem. “Dizem que ela é uma bruxa, mas aposto que vai me adorar”, pensou, antes de dormir e sonhar com o Eduardo Tornaghi, o Raul, de Dancin’ Days.

Na manhã seguinte, acordou e viu que o dia estava lindo, daqueles que parecem comercial da piscina Tony. “Mas nada de sol hoje”, pensou. “Agora sou uma profissional”.

Saiu de casa tão decidida que nem cumprimentou a dona Zileide, vizinha de porta. Ignorou o Erasminho, aquele pão do fim da rua. Afinal, não era todo o mundo que merecia a atenção de uma quase executiva.

A primeira decepção aconteceu cinco minutos depois de bater o ponto, sempre sob os olhares dedicados de Roseli, que sentia um certo orgulho por dar um empurrãozinho na vida da amiga. É que, apesar de todo o visual caprichado, na fábrica todos usavam uniforme e, pior!, TOUCA!


Para completar, a supervisora não deu a mínima para o vestido lindíssimo, de fazenda trazida do Uruguai. “Está muito maquiada. Vai cair pó de arroz no doce de leite”, disse, seca, deixando uma lágrima nos olhos de Ivanilda.

Na linha de produção, outra tristeza. A regra, ali, era trabalhar em silêncio. Conversas não seriam toleradas. Contava-se, nos corredores, que uma menina tinha perdido um dedo na cortadora de doces porque cantava muito. E era o dedo que tinha a aliança de noivado! Daí a mocinha acabou ficando pra titia.

O primeiro dia de trabalho foi um martírio para nossa jovem simpática. Ficar calada, em qualquer circunstância, ia contra sua natureza. Ela conversava até com as plantas da tia Clotildes! Voltou para casa com dor nas costas, não porque o trabalho fosse pesado, mas de tanta conversa armazenada.

Quase não se dormiu na residência dos Oliveira, naquela noite. Ivanilda soltou, durante o sono, todas as frase que a lei do silêncio a impediram de pronunciar. Cantou até a nova do Guilherme Arantes, que a prima Neide tinha gravado do compacto pra ela. Era “Planeta Água”.

Acordou preguiçosa e, nos dias seguintes, intercalava as horas de silêncio na máquina – não queria perder o dedo como a pobre coitada de que todo o mundo falava – com histórias hilárias que inventava para entreter as colegas no intervalo da tarde. Disse que tinha ido ao Rio de Janeiro, narrou o encontro com Tom Jobim na praia de Ipanema e deixou no ar que ele ia escrever uma nova versão de “Garota de Ipanema” em homenagem a ela.

Mas a natureza sempre encontra um jeito de se manifestar e, como um presente de Deus, Roseli foi remanejada do setor de embrulhos para o de cortes. Passou a trabalhar em frente da amiga. De tão empolgadas, as duas até fizeram um pacto de sangue. Com catchup, claro. Porque Ivanilda tinha horror a sangue.

No início, eram só olhares. As duas se entendiam pelo levantar de sobrancelhas ou pelas expressões. Com o tempo, já familiarizada com a máquina, Iva percebeu que dava, sim, para conversar sem correr perigo. Roseli ria com a ousadia da amiga, mas gelava de medo quando Carmem, a supervisora passava perto delas. “Essa mulher me odeia”, dizia Ivanilda.

Um belo dia, Ivanilda decidiu que aquela tirania tinha que acabar. Foi depois de ver um Globo Repórter sobre o regime militar e sobre os estudantes que lutavam pela democracia. Achou que, a seu modo, também ela devia fazer algo pelo bem do país. E começaria pela fábrica. “Como assim, não pode conversar? Isso fere a liberdade de expressão”, dizia, em tom panfletário, no lugar das histórias sobre Jobim e o Rio.

E soltou o verbo. Falava da Regina Duarte, da meia de lurex da Júlia Mattos, ou melhor, da Sônia Braga e de como estava se envolvendo com o Erasminho. “Ele é mesmo um pão”, contava, apaixonada.

Um belo dia, foi avisada, sem mais nem menos, que ou parava com aquela conversaria toda ou teria que ir bater papo em outra freguesia. Ficou calada uma semana inteira. No início da segunda semana, trocou seis palavras com Lia, uma morena meio gorda que morava na rua da dona Gorette. Uma bobagem, só para dizer que o brinquinho novo da rechonchuda era uma graça.

E assim se passaram os meses, com palavras controladas da jovem profissional que já enterrara seus planos de militância. “Essa Carmem parece general, mas não é militar, então tá limpo”, convenceu-se.

Mas teve uma segunda-feira, ah, como fora bom o fim de semana. No sábado tinha ido comer pizza com o Afraninho. Sim, porque o Erasminho já era coisa do passado. Assim como eram do passado o Túlio, o Rodolfo, o Edgard. Todos ainda nutriam paixões loucas por Ivanilda.

Mas voltemos à segunda-feira, o dia fatídico. É que a pizza com o Afraninho parecia ainda mais gostosa, sabe? Ele parecia o John Travolta e fazia ela se sentir como a Sandy, de “Nos Tempos da Brilhantina”. O nome da atriz ela nunca conseguia gravar, mas sabia que o nome dela no filme era Sandy e isso bastava. Ai, os arrepios dela quando ouvia “Tell me more, tell me more..”, aquela da trilha....

O Afraninho tinha até mobilete, não era como aqueles pés-rapados que iam buscá-la a pé. E já era sub-gerente da loja de sapatos, coisa de gente que tem futuro. “Gente que tem CEP”, apostava tia Clotildes. Para completar, eles foram tomar sorvete no domingo e, na hora de se despedir, ele deu um estalinho nela. Coisa de sonho!

E daí, que, encantada com aquela versão interiorana do filme do Travolta com a ... “como é mesmo o nome da atriz?”... Ivanilda soltou, no trabalho, tudo o que não havia conversado ao longo de todo aquele tempo. Falou mesmo, como se não houvesse amanhã. Falou tanto que percebeu que, a certa altura, Roseli estava com os olhos arregalados. Não tolerou o medo da amiga. “Roseli, ou você está comigo ou contra mim”, desafiou com o dedo em riste, o que fez com que pelo menos uma dúzia de doces deixassem de ser cortados.

Roseli, aflita, ainda tentou avisar. Mas Iva não queria mais saber daquela vida de doces. Cortar doces, para uma futura mulher de gerente de sapataria, era fichinha. E falou, falou, falou tanto que desmaiou. Acordou na enfermaria e a primeira visão que teve foi de Carmem, a supervisora, sorridente ao lado da cama.

“Está demitida”, gritou, e saiu gargalhando pelos corredores apesar dos insistentes quadros com uma enfermeira boazuda pedindo “Shhhhh.”

Homem passa mal após chamar prostituta e descobrir que era sua filha

da France Presse, em Jerusalém

Um empresário israelense de 48 anos recorreu aos serviços de uma "call girl" em um hotel da cidade de Eilat, às margens do mar Vermelho, e teve um ataque cardíaco ao descobrir que a prostituta chamada por ele pelo telefone era sua filha, disse hoje o jornal "Maariv".

Uma vez recuperado, o empresário encurtou sua estada em Eilat e voltou para casa, onde contou o fato a sua mulher.

Ao ouvir o relato do marido, a mulher decidiu ajudar a filha e pediu o divórcio.

Segundo minha amiga Camila, Fantine é "uma coisa Jay Leno"
Maravilhoso, hein?


Cara, eu preciso voltar ao trabalho, mas preciso escrever esse post antes...

O QUE É A BANDA ROUGE?

Sério, quem disse que elas são legais?
Quando estiverem sem o que fazer e já tiverem folheado todas as revistas da banca, dêem uma olhada na "Minha Novela", que tem uma matéria com elas. Gente, sério, muito ruinzinhas.

O pior é pensar que elas foram escolhidas dentre milhares de outras meninas. Daí eu penso com meu botãozinho: "Será que não tinha nenhuma outra melhor?"

É, porque, assim, eu acho que se juntasse umas quinze meninas, já achava gente melhor.

O que é a tal da Fantine? Com aquele queixo ela nem precisa de pedestal para microfone. Nem microfone de lapela, porque dá para apoiar no queixo. E se fosse usar aquele da Madonna, então? Imagina o tamanho da circunferência...

Consigo até pensar na cena... a bicinha do subúrbio entra em casa de blusinha rosa e fala pra mãe:

- Preciso contar uma coisa, mas quero que você continue me amando.

A mãe:

- Filho, eu já sei que você gosta de rapazes. Mas o que importa é que você é meu filho e nada do que você fizer vai diminuir meu amor por você.

E a bi:

- Eu comprei o CD do Rouge.

E assim surgiu mais um bichinha sem-teto.

Outra hora falo das quatro ultrajantes figuras dessa banda que o mau gosto fez questão de dar ao mundo.

Conversando com um marchand, ele falava sobre artista menores e artistas maiores. Foi ali que ele me perdeu. Comecei a divagar na pergunta, feita dentro da minha cabeça: "o que é ser um artista menor, afinal?"

Acho que deve ser aquele que é baixinho demais para pendurar um quadro na parede ou para esculpir a cabeça de uma estátua.

Ou seria alguém que mergulha no universo das artes ainda antes de completar 18 anos?

quarta-feira, 9 de outubro de 2002

"... os tecidos sempre deram um jeito de balançar em mim como velas de barco, lençóis ou mortalhas..."

De" Spider", livro sensacional que estou lendo.

Cara, eu sei bem como é isso... alguém aí se identifica?

Estou lendo Spider, de Patrick McGrath. Ainda não é parte do programa "angélica-tutora", mas está sendo ótimo. O livro é tão legal que me dá pena quando tenho que descer do metrô (onde faço a maior parte das minhas leituras).

Quero terminar rápido, para ver o filme do David Cronenberg, que é baseado nele.

Angélica vai gostar, tenho certeza...

segunda-feira, 7 de outubro de 2002

Hoje o dia foi muito legal, daqueles bem agitados e com telefones tocando o tempo inteiro.
Rolaram notas legais, graças a Deus!

Mais do mesmo amanhã

sexta-feira, 4 de outubro de 2002

Atenção, amigos!

Esse ano, no meu aniversário, só quero livros.
Decidi que essa vidinha de usar blusinha e ser alguém na noite não é mais pra mim. Claro, continuo amando o Ultralounge e não vou deixar de dar as caras. Mas agora, junto com meu amigo Rafael, vou freqüentar lugares que nos façam crescer como pessoas. Isso mesmo! Bem-vindos ao "projeto trinta anos".

Ainda falta um tempo - eu tenho 24 e ele, 23 - mas a gente quer ser tipo, superinteressante aos trinta, e resolveu mergulhar na cultura. Por isso, colegas, quero livros superlegais, informativos, interessantes e, de preferência, caros.

Um Machado de Assis da Ática (exceto Dom Casmurro) cairia bem. Mas, sei lá, consultem-me antes de ir às prateleiras. Mas me dêem livros, ok?

Angélica, quer ser minha guia espiritual nesse caminho de iluminação

Beijos

Ah! Faltou dizer o dia do aniversário, né? Sou do melhor signo, sagitário, e meus compleaños são em 27 de novembro. Ou seja, farei 25 em breve.

"Tem coisas que ninguém acha engraçadas
E me fazem morrer de rir
Tem coisas que todo o mundo acha engraçadas
E eu não"

Essa é a minha tentativa de reproduzir os comerciais do "Free", aquele cigarro que virou sinônimo de gente moderninha, entre 20 e 30 e poucos anos, na década de 80. Lembram? Era uma coisa "cada um na sua, mas com alguma coisa em comum".

Eu era pequeno e me perguntava sempre o que havia de comum entre todos. Hoje penso que era o câncer de pulmão.

Mas não sejamos caretas, não é?

Outro cigarro que me lembra muito a infância é o Camel. Uououó - taranran .... era um sonzinho que meu irmão mais velho imitava com perfeição e eu não conseguia reproduzir. Eu tinha vontade de matar ele porque, para me irritar, ele olhava para mim e fazia, quase rindo: uououó - taranran.

Nunca fumei nem um cigarrro sequer. Mas sou fumante passivo (xi...) e devo ter inalado um monte de cigarros ao longo desse anos de balada.

Tudo bem. Cada um na sua.

Decidi.
Vou votar 13 do início a fim no domingo.
Do deputado estadual até o presidente, quero uma estrela vermelha na urna eletrônica. Aliás, acho que vou fazer umas com papel glacê e deixar espalhadas na seção eleitoral. Que tal?
Não queria votar na Benedita, mas acho que o Rio está do jeito que está mais por culpa do Garotinho do que dela e vou dar uma chance à moça (moça?).

Xi....

quarta-feira, 2 de outubro de 2002

Se o preço de capa das revistas Abril fosse determinado exclusivamente pelo salário dos funcionários, os preços de capa seriam:

1. Veja - R$ 2,50 (custa R$4,50. Ou não, enfim.)
2. Exame - R$ 2,45
3. Capricho - R$ 1,90
4. Contigo - R$ 0,43
5. Minha Novela - R$ 0,18
6. Viva Mais! - distribuição gratuita

Soube que "Malalai" é o que é por causa da mão-de-obra barata.
Assim, acho melhor o Civita NÃO ligar para o Afeganistão.
Pode ser que ele resolva diminuir ainda mais os salários.

Sou a favor de aditivos químicos.
Química a serviço da vida.

O Afeganistão já tem sua primeira revista feminina, informa a edição brasileira de "Marie Claire". Chama-se "Malalai", tem 64 páginas e evita abordar alguns assuntos, como divórcio e contraceptivos. O título é um nome feminino comum naquele país e serve de homenagem a uma das primeiras feministas de burca, que viveu no século passado. Não sei o sobrenome da moça.

O detalhe mais curioso é que a publicação é vendida por um valor equivalente a R$ 0,36. Ou seja, aconselho o senhor Roberto Civita a ligar para as editoras e perguntar como se faz revista tão barato.Os funcionários da Abril agradeceriam.

terça-feira, 1 de outubro de 2002

COLUNA SOCIAL

* Alice Venturi embarca para Roma nesta quinta-feira. Vai em petit comitee com a irmã, Aline, e Dom Rafael, bispo auxiliar do Rio de Janeiro.

* Clarissa Spencer está apaixonada. O eleito da jornalista é moreno, alto, tipo superinteressante, 37 anos e bem de vida. E vai rolar a festa.... Ou melhor, já está rolando.

* Ivinha Ólive virou caso de polícia! A moça estava, digamos, namorando um bofão na rua e os meganhas chegaram gritando. Ela gritou de volta: "Abaixa a arma!". Deu delegacia e tudo.

*Camilex, Queen of the Night, anda por aí roubando trechos de blogs alheios. Detalhe: nem dá beijo na boca antes de ir embora!

* E aconteceu no último fim de semana o I encontro Mais de 50. O site mais caquético que a terceira idade já viu organizou uma reunião de seus internautas. Para minha surpresa - e dos organizadores do evento - tinha mais de 3 pessoas!

* Roberta Saboya, Gustavo Chermont e André Glasner concluíram, depois de 15 períodos, o curso de Rádio e TV na UFRJ. Tiraram nota 10 em seus projetos de conclusão.

* Alexandre Staut e Yann Dajou passaram por um susto na França: um terremoto. Foi dos mais leves, mais suficientes para as bichas correrem pelas ruas da pequena cidade francesa onde moram gritando: "É o fim do mundo!".

* Angélica Freitas está sem pano de prato em casa. Pede doações para poder voltar a usar a meia marrom que tem servido para carregar a chaleira quente na hora de fazer chazinho.

Por hoje é só.

Beijos
deenim@bol.com.br

Mais do que nunca, em toda a minha vida, preciso saber:

"QUEM DISSE QUE É LEGAL?"

Quem quer viver tudo ao mesmo tempo, acaba entrando em curto-circuito.
É o meu caso.
Já faz tempo que a minha placa-mãe fez aborto.